domingo, 19 de novembro de 2017

A música e o desenvolvimento cognitivo

A música estimula áreas do cérebro não desenvolvidas por outras linguagens, como a escrita e a oral. Quanto mais cedo a escola começar o trabalho com música, melhor.  A prática da audição musical não deve ocorrer somente na escola. Precisa haver um diálogo entre pais e professores para que, ambos colaborem e entendam a importância da música para o desenvolvimento da criança.
O ambiente sonoro, assim como a presença da música em diferentes e variadas situações do cotidiano fazem com que os bebês e crianças iniciem seu processo de musicalização de forma intuitiva. Adultos cantam melodias curtas, cantigas de ninar, fazem brincadeiras cantadas, com rimas, parlendas etc., reconhecendo o fascínio que tais jogos exercem. Encantados com o que ouvem, os bebês tentam imitar e responder, criando momentos significativos no desenvolvimento afetivo e cognitivo, responsáveis pela criação de vínculos tanto com os adultos quanto com a música. Nas interações que se estabelecem, eles constroem um repertório que lhes permite iniciar uma forma de comunicação por meio de sons.

O trabalho com a música pode ser um instrumento para ajudar o professor alfabetizador, não para aumentar as aulas, nem confundir a cabeça de quem irá desenvolver, mas sim para ajudar. Sabe-se que esse trabalho exige esforço, dedicação e competência, a música irá servir como uma grande aliada da educação, pois potencializa a aprendizagem cognitiva, principalmente no campo do raciocínio lógico, da memória, do espaço e do raciocínio abstrato. Tem-se hoje nas escolas uma quantidade muito grande de crianças portadoras de deficiência, que necessitam do auxilio da música, pois é um agente estimulador diversas áreas do cérebro, que relaxa e dá leveza aumentando o nível de concentração, atenção e ajuda fazendo com que esse aluno não se torne um analfabeto funcional uma vez que a uma estimulação precoce do cognitivo dessa criança, não só através da música, como ler para ela, por exemplo, proporcionar estímulos que exijam o brincar de aprender terão caráter relaxante e estimulador de áreas que o professor não pode “tocar”. Diante disso, a escola pode ser um agente impulsionador do desenvolvimento cognito, ao expor a criança a aulas com música, seja a tividade com bandinha ritimica, flauta, músicas cantadas, etc. No ambiente escolar percebem-se crianças com seus nove ou dez anos, que muitas vezes não tem sua motricidade fina apurada, se houver a estimulação precoce, isso pode ser elimindado ou amenizado. A maior angustia é como as crianças estão chegando às escolas, a maioria delas, sem noções mínimas de socialização, conceitos que deveriam ser ensinado pela família. É ela que vai estar presentes todos os dias e momentos da vida da criança. Sendo assim, há que se refletir em como aperfeiçoar os laços familiares e escolares para ajudar a criança no seu processo de desenvolvimento cognitivo.


Percebe-se que a música influencia o desenvolvimento da psicomotricidade, pois a criança se desenvolve ora lentamente, ora rápido de mais, após as leituras feitas para escrever este artigo, pode dizer o quão influenciadora é a musicalização na educação corporal da criança, principalmente na motricidade fina, pois somente através da prática musical a criança poderá ter uma motricidade aguçada, pois tocar um instrumento, como a flauta doce, por exemplo, deixa a criança mais próxima de atingir seus níveis de conhecimento motor mais complexos. Conclui-se que, a música não traz somente os benefícios da cognição e motricidade, mas ela abrange muito mais expectativas do que se espera. O lúdico aliado a música faz com que se obtenha bons resultados para o processo de ensino aprendizagem.


fonte: http://www.fai.com.br/portal/pibid/adm/atividades_anexo/eaf5aaffd4eaa9d19554da587d508be9.pdf

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