A música
estimula áreas do cérebro não desenvolvidas por outras linguagens, como a
escrita e a oral. Quanto mais cedo a escola começar o trabalho com música,
melhor. A prática da audição musical não
deve ocorrer somente na escola. Precisa haver um diálogo entre pais e
professores para que, ambos colaborem e entendam a importância da música para o
desenvolvimento da criança.
O ambiente
sonoro, assim como a presença da música em diferentes e variadas situações do
cotidiano fazem com que os bebês e crianças iniciem seu processo de
musicalização de forma intuitiva. Adultos cantam melodias curtas, cantigas de
ninar, fazem brincadeiras cantadas, com rimas, parlendas etc., reconhecendo o
fascínio que tais jogos exercem. Encantados com o que ouvem, os bebês tentam
imitar e responder, criando momentos significativos no desenvolvimento afetivo
e cognitivo, responsáveis pela criação de vínculos tanto com os adultos quanto
com a música. Nas interações que se estabelecem, eles constroem um repertório
que lhes permite iniciar uma forma de comunicação por meio de sons.
O trabalho
com a música pode ser um instrumento para ajudar o professor alfabetizador, não
para aumentar as aulas, nem confundir a cabeça de quem irá desenvolver, mas sim
para ajudar. Sabe-se que esse trabalho exige esforço, dedicação e competência,
a música irá servir como uma grande aliada da educação, pois potencializa a
aprendizagem cognitiva, principalmente no campo do raciocínio lógico, da
memória, do espaço e do raciocínio abstrato. Tem-se hoje nas escolas uma
quantidade muito grande de crianças portadoras de deficiência, que necessitam
do auxilio da música, pois é um agente estimulador diversas áreas do cérebro,
que relaxa e dá leveza aumentando o nível de concentração, atenção e ajuda
fazendo com que esse aluno não se torne um analfabeto funcional uma vez que a
uma estimulação precoce do cognitivo dessa criança, não só através da música,
como ler para ela, por exemplo, proporcionar estímulos que exijam o brincar de
aprender terão caráter relaxante e estimulador de áreas que o professor não
pode “tocar”. Diante disso, a escola pode ser um agente impulsionador do
desenvolvimento cognito, ao expor a criança a aulas com música, seja a tividade
com bandinha ritimica, flauta, músicas cantadas, etc. No ambiente escolar
percebem-se crianças com seus nove ou dez anos, que muitas vezes não tem sua
motricidade fina apurada, se houver a estimulação precoce, isso pode ser
elimindado ou amenizado. A maior angustia é como as crianças estão chegando às
escolas, a maioria delas, sem noções mínimas de socialização, conceitos que
deveriam ser ensinado pela família. É ela que vai estar presentes todos os dias
e momentos da vida da criança. Sendo assim, há que se refletir em como
aperfeiçoar os laços familiares e escolares para ajudar a criança no seu
processo de desenvolvimento cognitivo.

Percebe-se
que a música influencia o desenvolvimento da psicomotricidade, pois a criança
se desenvolve ora lentamente, ora rápido de mais, após as leituras feitas para
escrever este artigo, pode dizer o quão influenciadora é a musicalização na
educação corporal da criança, principalmente na motricidade fina, pois somente
através da prática musical a criança poderá ter uma motricidade aguçada, pois
tocar um instrumento, como a flauta doce, por exemplo, deixa a criança mais
próxima de atingir seus níveis de conhecimento motor mais complexos. Conclui-se
que, a música não traz somente os benefícios da cognição e motricidade, mas ela
abrange muito mais expectativas do que se espera. O lúdico aliado a música faz
com que se obtenha bons resultados para o processo de ensino aprendizagem.
fonte: http://www.fai.com.br/portal/pibid/adm/atividades_anexo/eaf5aaffd4eaa9d19554da587d508be9.pdf