segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Análise da observação da sala de aula

Foi observado uma sala de aula com alunos de 4 e 5 anos, durante uma atividade semelhante em dois momentos distintos. No primeiro momento, os estudantes realizaram uma atividade de pintura com uma música ambiente infantil calma. E no segundo momento, uma  atividade também de pintura, só que com uma música infantil com um ritmo mais agitado. O objetivo foi identificar o comportamento das crianças diante de dois ritmos distintos, se os ritmos influenciam em algum momento diversos aspectos.
A turma é composta por 19 alunos, já naturalmente agitados, então em nenhuma das ocasiões estavam 100% calmos.
No momento da música calma, percebi que os alunos se mantinham mais no lugar, e não pediam tanto material emprestado para os colegas, como fazem normalmente. Também não houveram atritos entre elas. Era visível o quando estavam centradas em seu trabalho.
No momento da música agitada, que foi feito em um dia diferente, o fato de ter uma música alegre e com ritmo mais frequente, durante a pintura os alunos cantavam e dançavam. Não houve atritos, o que me fez perceber que, mesmo aparentemente mais agitados, ainda estavam centrados na atividade. Saíram do lugar algumas vezes para mostrar a atividade para a professora, para comparar com o colega. Também houveram bastante trocas de materiais. A agitação das crianças estava sincronizada com a música, mas na minha visão, não era de uma forma negativa.

Acredito que a música traz momentos de relaxamento e agitação saudável para as pessoas, e deveriam ser mais frequentes na vida escolar das crianças.


domingo, 19 de novembro de 2017

A música e o desenvolvimento cognitivo

A música estimula áreas do cérebro não desenvolvidas por outras linguagens, como a escrita e a oral. Quanto mais cedo a escola começar o trabalho com música, melhor.  A prática da audição musical não deve ocorrer somente na escola. Precisa haver um diálogo entre pais e professores para que, ambos colaborem e entendam a importância da música para o desenvolvimento da criança.
O ambiente sonoro, assim como a presença da música em diferentes e variadas situações do cotidiano fazem com que os bebês e crianças iniciem seu processo de musicalização de forma intuitiva. Adultos cantam melodias curtas, cantigas de ninar, fazem brincadeiras cantadas, com rimas, parlendas etc., reconhecendo o fascínio que tais jogos exercem. Encantados com o que ouvem, os bebês tentam imitar e responder, criando momentos significativos no desenvolvimento afetivo e cognitivo, responsáveis pela criação de vínculos tanto com os adultos quanto com a música. Nas interações que se estabelecem, eles constroem um repertório que lhes permite iniciar uma forma de comunicação por meio de sons.

O trabalho com a música pode ser um instrumento para ajudar o professor alfabetizador, não para aumentar as aulas, nem confundir a cabeça de quem irá desenvolver, mas sim para ajudar. Sabe-se que esse trabalho exige esforço, dedicação e competência, a música irá servir como uma grande aliada da educação, pois potencializa a aprendizagem cognitiva, principalmente no campo do raciocínio lógico, da memória, do espaço e do raciocínio abstrato. Tem-se hoje nas escolas uma quantidade muito grande de crianças portadoras de deficiência, que necessitam do auxilio da música, pois é um agente estimulador diversas áreas do cérebro, que relaxa e dá leveza aumentando o nível de concentração, atenção e ajuda fazendo com que esse aluno não se torne um analfabeto funcional uma vez que a uma estimulação precoce do cognitivo dessa criança, não só através da música, como ler para ela, por exemplo, proporcionar estímulos que exijam o brincar de aprender terão caráter relaxante e estimulador de áreas que o professor não pode “tocar”. Diante disso, a escola pode ser um agente impulsionador do desenvolvimento cognito, ao expor a criança a aulas com música, seja a tividade com bandinha ritimica, flauta, músicas cantadas, etc. No ambiente escolar percebem-se crianças com seus nove ou dez anos, que muitas vezes não tem sua motricidade fina apurada, se houver a estimulação precoce, isso pode ser elimindado ou amenizado. A maior angustia é como as crianças estão chegando às escolas, a maioria delas, sem noções mínimas de socialização, conceitos que deveriam ser ensinado pela família. É ela que vai estar presentes todos os dias e momentos da vida da criança. Sendo assim, há que se refletir em como aperfeiçoar os laços familiares e escolares para ajudar a criança no seu processo de desenvolvimento cognitivo.


Percebe-se que a música influencia o desenvolvimento da psicomotricidade, pois a criança se desenvolve ora lentamente, ora rápido de mais, após as leituras feitas para escrever este artigo, pode dizer o quão influenciadora é a musicalização na educação corporal da criança, principalmente na motricidade fina, pois somente através da prática musical a criança poderá ter uma motricidade aguçada, pois tocar um instrumento, como a flauta doce, por exemplo, deixa a criança mais próxima de atingir seus níveis de conhecimento motor mais complexos. Conclui-se que, a música não traz somente os benefícios da cognição e motricidade, mas ela abrange muito mais expectativas do que se espera. O lúdico aliado a música faz com que se obtenha bons resultados para o processo de ensino aprendizagem.


fonte: http://www.fai.com.br/portal/pibid/adm/atividades_anexo/eaf5aaffd4eaa9d19554da587d508be9.pdf

Mistérios do homo sapiens: ouvir e fazer música é tão ou mais antigo quanto acender o fogo


Mistérios do homo sapiens: ouvir e fazer música é tão ou mais antigo quanto acender o fogo


http://moozyca.com/artigo/por-que-ouvimos-musicay

Ouvir música te deixa mais inteligente?

Você sabia que a música clássica pode te ajudar na hora de estudar para uma prova ou resolver uma série de exercícios? A afirmação foi feita através de um estudo conduzido pela Universidade de Caen, na França, que realizou um teste com estudantes de 249 universidades.
O teste consistiu em dividir estudantes com o mesmo nível de conhecimento em dois grupos. Ambos os grupos tiveram que assistir a uma palestra e depois resolver a uma prova baseada o que foi aprendido. O grupo que assistiu à palestra escutando música clássica obteve resultados muito mais satisfatórios que os alunos que não escutaram as canções.
Os cientistas ainda não sabem explicar o motivo do aumento da atenção na hora em que os alunos escutaram as músicas, no entanto afirmam que a emoção despertada ao ouvir canções clássicas pode ter um importante papel no aprendizado dos jovens.
Segundo os pesquisadores, a próxima etapa é levar o teste também a outros países para comprovar seu resultado e realizar o experimento com outros tipos de música e gêneros musicais, comprovando que não só o estilo clássico pode ajudar nos estudos.


fonte: http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/01/19/905932/ouvir-musica-classica-pode-deixa-mais-inteligente.html

Atividade cerebral como efeito da música

Há alguns fatores individuais que devem ser considerados ao analisarmos os sentimentos causados por um determinado som. Músicas diferentes levam a ativações neurais diversas, proporcionando, assim, reações diferentes em pessoas distintas. A idade, personalidade, cultura e formação musical, influenciam muito o chamado gosto musical de cada indivíduo.
Em 2009, um grupo de neurocientistas da Universidade de Columbia realizou um experimento com o escritor Oliver Sacks, no qual ele ouviu o compositor alemão Johann Sebastian Bach, de quem é fã desde a infância, e Ludwig van Beethoven, de quem gosta pouco. Sacks teve suas atividades cerebrais mensuradas por um aparelho de ressonância enquanto ouvia trechos de músicas dos dois artistas. Seu cérebro foi muito mais ativado após escutar Bach do que Beethoven. A amígdala, essencial para processar emoções e responsável pela formação da associação entre estímulos e recompensas, foi a região mais ativada.
Quando submetido a outro experimento, no qual escutava uma música de quem não sabia a autoria, Beethoven ou Bach, Sacks foi capaz de distingui-la inconscientemente, e novamente seu cérebro apresentou maior ativação após escutar a sonata de Bach, sem que o cientista os diferenciasse conscientemente. "Músicas diferentes levam a ativações neurais diferentes, áreas sensoriais que te levarão à distinção de um instrumento do outro. A música rítmica ativa a chamada área de Broca, localizada do lado esquerdo do cérebro, responsável pela linguagem, isso se diferencia independentemente do indivíduo ser músico ou não", explica Muszkat.


fonte: http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252014000300021

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Dúvidas secundárias

Qual o impacto que a música tem no cognitivo das pessoas?
Qual o papel da dopamina quando escutamos uma música agradável?
Qualquer tipo(ritmo, estilo) musical tem o mesmo efeito em nosso cérebro?
Ouvir música vicia?

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Mapa conceitual inicial


Dúvidas e certezas iniciais

Certezas:
O nosso corpo tem um ritmo natural, e por isso gostamos de vivenciar outros ritmos. A música nos provoca várias sensações.
Dúvidas:
Porque ouvir música nos provoca tantas sensações diferentes? Por que o som ritmado nos agrada tanto? Desde quando a música faz parte da história da humanidade?